Justiça suspende demissões coletivas das Casas Bahia em meio a recuperação judicial
A juíza Katarina Mousinho de Matos suspendeu as demissões coletivas das Casas Bahia, que está em recuperação judicial.

A juíza Katarina Mousinho de Matos suspendeu as demissões coletivas das Casas Bahia, que enfrenta dívidas de R$ 17,3 bilhões.
A juíza Katarina Mousinho de Matos, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), decidiu suspender as demissões coletivas das Casas Bahia, uma medida que ocorre em meio ao pedido de recuperação judicial da empresa. As Casas Bahia, que enfrenta uma situação financeira crítica, possui dívidas que somam aproximadamente R$ 17,3 bilhões. O plano de reestruturação da companhia prevê o fechamento de 298 lojas e a demissão de um número significativo de funcionários, estimado entre 1,9 mil e 3 mil. Essa decisão judicial visa proteger os trabalhadores enquanto a empresa busca alternativas para sua recuperação financeira. A suspensão das demissões coletivas é um passo importante para garantir a estabilidade dos empregos durante esse processo de reestruturação, que se apresenta como um desafio para a administração da Casas Bahia.
A juíza Katarina Mousinho de Matos suspendeu as demissões coletivas das Casas Bahia.
A decisão é crucial para proteger os empregos enquanto a empresa busca recuperação financeira.
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Pontos-chave
- A juíza Katarina Mousinho de Matos suspendeu as demissões coletivas das Casas Bahia, que estão em recuperação judicial com dívidas de R$ 17,3 bilhões.
- O plano de reestruturação da empresa inclui o fechamento de 298 lojas e demissões de até 3 mil funcionários.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original
Atualizada em 20/08/2026 08:43 com informações de Folha Max
A Justiça também determinou que as Casas Bahia revisem as demissões de 1,9 mil funcionários, indicando que a empresa deve reavaliar sua estratégia de cortes de pessoal. Essa decisão pode impactar diretamente o número total de demissões previstas no plano de reestruturação, que inicialmente apontava para até 3 mil desligamentos.
Redação do Opinião 360.
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