Homem é condenado a 23 anos por tentativa de feminicídio em Nortelândia
M.S.M foi condenado a 23 anos e quatro meses por tentativa de feminicídio em Nortelândia.

Réu tentou matar ex-companheira com 22 golpes de canivete na frente do filho de 13 anos.
O Tribunal do Júri da Comarca de Nortelândia condenou M.S.M a 23 anos e quatro meses de reclusão em regime fechado por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira, além de um ano de detenção e 10 dias-multa por posse irregular de arma de fogo. O crime ocorreu na noite de 25 de janeiro de 2026, quando o réu atacou a vítima com 22 golpes de canivete, após tentar asfixiá-la. A agressão aconteceu na presença do filho de 13 anos, que interveio para proteger a mãe, empurrando o agressor e chamando a atenção de vizinhos. A vítima foi socorrida em estado gravíssimo e passou 10 dias na UTI, enfrentando consequências físicas e psicológicas severas, incluindo amnésia traumática.
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, rejeitando a absolvição do réu e a desclassificação da conduta para lesão corporal. A juíza Lorena Amaral Malhado enfatizou a gravidade das consequências do crime, tanto para a vítima quanto para o adolescente, que presenciou a cena violenta. A decisão do tribunal manteve a prisão preventiva do réu, que não poderá recorrer em liberdade. O processo tramitou em segredo de justiça, refletindo a seriedade da situação e a proteção da vítima e da família.
Números da matéria
Pontos-chave
- O Tribunal do Júri da Comarca de Nortelândia condenou M.S.M a 23 anos e quatro meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra a ex-companheira.
- O crime ocorreu na noite de 25 de janeiro de 2026, quando o réu atacou a ex-companheira com 22 golpes de canivete.
- O filho de 13 anos da vítima interveio para proteger a mãe durante a agressão.
- A vítima ficou internada em UTI por 10 dias após o ataque e sofreu amnésia traumática.
- A juíza presidente do Tribunal do Júri, Lorena Amaral Malhado, destacou as consequências físicas e psicológicas do crime para a vítima e o impacto no filho.
Fonte original: Olhar Direto — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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