Reforma do Procon e Restaurante Prato Popular em Cuiabá ultrapassa R$ 31 milhões com aditivo
O aditivo ao contrato das obras do Procon-MT e Restaurante Prato Popular totaliza R$ 31,5 milhões.

Aditivo de R$ 5,6 milhões aumenta custo total da obra para R$ 31,5 milhões.
No dia 2 de outubro de 2026, foi publicado no Diário Oficial do Estado um aditivo ao contrato das obras de reforma da sede do Procon-MT e do Restaurante Prato Popular, em Cuiabá, que eleva o custo total da obra para mais de R$ 31,5 milhões. O contrato original, assinado em junho de 2025 pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e a empresa Expecta Serviços de Engenharia, tinha um valor inicial de R$ 25.823.882,30 e uma vigência de 24 meses, até junho de 2027.
O aditivo, que acrescenta R$ 5.681.947,39 ao valor original, representa aproximadamente 22% do total inicial. Segundo o extrato do primeiro termo aditivo, as alterações foram necessárias para adequar os serviços às condições verificadas durante a execução das obras. Essa mudança no contrato reflete a complexidade e os desafios enfrentados na reforma das instalações, que são essenciais para o atendimento ao público em Cuiabá.
A obra do Procon-MT e do Restaurante Prato Popular é parte de um esforço maior do governo estadual para melhorar os serviços públicos e a infraestrutura da cidade, mas o aumento significativo no custo levanta questões sobre a gestão e a execução de contratos públicos.
Um aditivo ao contrato das obras de reforma do Procon-MT e do Restaurante Prato Popular foi publicado, elevando o custo total para R$ 31,5 milhões.
O aumento significativo no custo das obras levanta questões sobre a gestão de contratos públicos e a adequação dos serviços prestados.
Números da matéria
Pontos-chave
- O aditivo ao contrato das obras do Procon-MT e do Restaurante Prato Popular, em Cuiabá, totaliza R$ 31,5 milhões.
- O contrato original foi assinado em junho de 2025 e tinha um valor inicial de R$ 25.823.882,30.
- O aditivo acrescenta R$ 5.681.947,39, representando cerca de 22% do valor inicial do contrato.
Fonte original: Olhar Direto — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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