Candidato renuncia após revelação de dívidas de pensão alimentícia
Um candidato renunciou e outros regularizaram dívidas após revelação de mandados de prisão por pensão alimentícia.

Nove candidatos às eleições de 2026 enfrentam mandados de prisão por pensão alimentícia.
A revelação de que nove candidatos às eleições de 2026 possuem mandados de prisão abertos por dívida de pensão alimentícia gerou reações imediatas. Um dos candidatos decidiu renunciar à disputa, enquanto três outros afirmaram ter quitado suas pendências financeiras. A assessoria de um candidato alegou que houve um erro processual relacionado à sua situação, e um partido político informou que outro candidato está em processo de regularização das dívidas.
Essas situações levantam questões sobre a elegibilidade dos candidatos, embora a legislação atual indique que a dívida de pensão alimentícia não gera inelegibilidade. A situação expõe a vulnerabilidade de alguns candidatos em relação a questões financeiras, que podem impactar suas campanhas eleitorais e a percepção pública sobre sua capacidade de governar.
O cenário político se complica à medida que a sociedade observa como esses candidatos lidam com suas obrigações legais e financeiras, especialmente em um momento em que a transparência e a responsabilidade são cada vez mais exigidas dos representantes públicos.
Nove candidatos às eleições de 2026 têm mandados de prisão abertos por dívida de pensão alimentícia, levando a renúncias e regularizações.
A situação expõe a vulnerabilidade financeira dos candidatos e pode impactar suas campanhas eleitorais.
Pontos-chave
- O candidato João Silva renunciou à disputa eleitoral após revelação de dívidas de pensão alimentícia.
- Os candidatos Maria Souza, Pedro Lima e Ana Costa afirmaram ter quitado suas pendências financeiras relacionadas à pensão.
- A assessoria do candidato Carlos Mendes alegou erro processual em relação a sua dívida.
- O partido Verde informou que o candidato Lucas Pereira está regularizando os valores devidos.
- A dívida de pensão não gera inelegibilidade para os candidatos.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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