Prefeito de Cuiabá alega ‘boicote’ após morte de cães em galpão improvisado
Quatro filhotes de cachorro morreram em galpão da Prefeitura de Cuiabá, segundo o prefeito Abilio Brunini (PL).

Quatro filhotes morreram em galpão da Prefeitura de Cuiabá, e o prefeito aponta sabotagem.
Entre os dias 25 e 27 de julho, quatro filhotes de cachorro morreram em um galpão improvisado da Prefeitura de Cuiabá, onde estavam abrigados animais resgatados. O prefeito Abilio Brunini (PL) informou que cerca de 13 cães foram levados para o local devido à suspeita de cinomose, uma medida adotada para evitar a contaminação de outros animais. Brunini alegou que a falta de energia elétrica no galpão contribuiu para a morte dos filhotes, afirmando que a situação foi agravada pela falta de recursos e sugerindo que houve um 'boicote' à sua administração. A morte dos cães gerou indignação entre os defensores dos direitos dos animais e levantou questões sobre a gestão do Bem-Estar Animal na cidade. O prefeito, por sua vez, defendeu que a responsabilidade pela situação não é exclusivamente sua, mas também de fatores externos que estariam prejudicando os esforços da prefeitura.
Quatro filhotes de cachorro morreram em um galpão da Prefeitura de Cuiabá entre 25 e 27 de julho.
A morte dos cães levanta questões sobre a gestão do Bem-Estar Animal e a responsabilidade da administração municipal.
Pontos-chave
- Quatro filhotes de cachorro morreram entre 25 e 27 de julho em galpão da Prefeitura de Cuiabá.
- O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), alegou que a morte dos cães foi causada pela falta de energia elétrica.
- Cerca de 13 cães foram levados ao galpão da Prefeitura de Cuiabá devido à suspeita de cinomose.
- Brunini sugeriu que houve um 'boicote' à sua administração em relação à situação.
- A morte dos cães gerou indignação entre defensores dos direitos dos animais.
Frases-chave
"A falta de energia elétrica no galpão contribuiu para a morte dos filhotes de cachorro."
"Houve um 'boicote' à minha administração em relação à situação."
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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