Politec descarta origem criminosa em incêndio na Prefeitura de Várzea Grande
A Politec concluiu que o incêndio na Prefeitura de Várzea Grande não foi criminoso, mas acidental.

Incêndio foi causado por fenômeno termoelétrico na câmara fria, segundo laudo da Politec.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu que o incêndio no prédio da Prefeitura de Várzea Grande, que ocorreu em 17 de junho, não teve origem criminosa. As investigações apontaram que o fogo foi causado por um fenômeno termoelétrico na fiação da câmara fria de alimentos, que armazenava produtos destinados à alimentação dos alunos da rede municipal.
Os peritos realizaram uma análise detalhada, incluindo a coleta de vestígios e a revisão de imagens de câmeras de segurança da área. Segundo o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, a propagação das chamas foi acelerada pela presença de veículos e materiais combustíveis próximos à câmara fria. Ele explicou que, embora o fenômeno termoelétrico tenha sido identificado como a causa inicial, não foi possível determinar a origem exata desse fenômeno, que pode estar relacionado a sobrecarga elétrica ou curto-circuito.
Após a conclusão das análises, o prédio foi liberado para a Polícia Civil, e um laudo detalhado será elaborado em até 30 dias. Este documento incluirá a descrição do local, os vestígios coletados, depoimentos de testemunhas e as imagens que ajudaram a entender a dinâmica do incêndio, detalhando como o fogo começou e se espalhou, além dos danos causados em toda a estrutura.
A Politec concluiu que o incêndio na Prefeitura de Várzea Grande não teve origem criminosa, mas acidental, causado por fenômeno termoelétrico.
O incêndio afetou a logística de alimentos destinados às escolas municipais, levantando preocupações sobre segurança e gestão.
Números da matéria
Pontos-chave
- A Politec concluiu que o incêndio no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande não foi criminoso, mas acidental.
- O incêndio ocorreu em 17 de junho e foi causado por um fenômeno termoelétrico na fiação da câmara fria de alimentos congelados.
- O perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo destacou que a propagação das chamas foi facilitada por materiais combustíveis próximos e pela presença de veículos.
- O laudo pericial completo será finalizado em até 30 dias, detalhando as causas e os danos.
Frases-chave
"Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de alimentos congelados, e se propagou para o prédio todo".
"As chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta".
Fonte original: Olhar Direto — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
Mais em Política
Ver editoriaDesembargador Orlando Perri é o único a votar por lei que reduz proteção ambiental em MT
Orlando Perri, desembargador do TJMT e sócio de mineradora, votou pela manutenção de lei inconstitucional em MT.
Câmara MunicipalCâmara de Cuiabá anuncia concurso com salários de até R$ 14 mil
A Câmara de Cuiabá realizará concurso público com 26 vagas e edital deve ser publicado ainda este ano.
PolíticaGrupo bolsonarista pressiona por mudança na liderança do PL em Mato Grosso
Ananias Filho enfrenta resistência interna no PL, com foco na candidatura ao Palácio Paiaguás.

