Audiência pública discute projetos que podem afetar a legislação ambiental em MT
Audiência pública na ALMT debate propostas que podem contrariar o Código Florestal Brasileiro.

Deputado Lúdio Cabral (PT) promoveu debate sobre propostas controversas na ALMT.
Na manhã de quinta-feira (25), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) sediou uma audiência pública, convocada pelo deputado Lúdio Cabral (PT), para discutir propostas legislativas que, segundo entidades socioambientais, podem violar o Código Florestal Brasileiro. O encontro reuniu representantes de diversas organizações que levantaram preocupações sobre o impacto dessas propostas na proteção ambiental.
Durante a audiência, os participantes enfatizaram a importância de respeitar as normas estabelecidas pelo Código Florestal, que visa garantir a preservação dos recursos naturais e a sustentabilidade ambiental. As entidades presentes argumentaram que as propostas em tramitação no Parlamento estadual não apenas contrariam a legislação vigente, mas também podem comprometer a biodiversidade e os ecossistemas locais.
O deputado Lúdio Cabral destacou a relevância do debate, afirmando que é fundamental ouvir as vozes da sociedade civil e considerar as implicações das legislações propostas. A audiência pública serviu como um espaço para que as entidades socioambientais apresentassem suas reivindicações e preocupações, buscando influenciar as decisões dos legisladores em relação a projetos que podem ter um impacto significativo no meio ambiente.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma audiência pública para debater propostas que podem afetar a legislação ambiental.
Entidades socioambientais alertam que as propostas em tramitação podem violar o Código Florestal Brasileiro, comprometendo a proteção ambiental.
Pontos-chave
- A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou audiência pública sobre propostas legislativas.
- O deputado Lúdio Cabral (PT) foi o responsável pela convocação do evento.
- Entidades socioambientais afirmam que as propostas podem violar o Código Florestal Brasileiro.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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