Ex-secretário aponta “pedalada” de equipe e R$ 1,2 bi de rombo
Éder Galiciani, ex-secretário de Planejamento, denuncia rombo de R$ 1,2 bilhão na gestão de Emanuel Pinheiro.

Éder Galiciani revela rombo de R$ 1,2 bilhão na gestão de Emanuel Pinheiro.
O ex-secretário de Planejamento e contador-geral de Cuiabá, Éder Galiciani, revelou um rombo de R$ 1,2 bilhão na gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (PSD). Em declarações feitas recentemente, Galiciani destacou que a Secretaria de Planejamento não tinha conhecimento das dívidas acumuladas, o que levanta sérias questões sobre a transparência e a gestão financeira da administração anterior.
Entre os valores mencionados, Galiciani apontou um déficit específico de R$ 600 milhões apenas na área da Saúde. Essa situação crítica não só compromete a saúde pública em Cuiabá, mas também coloca em xeque a responsabilidade dos ex-secretários que estiveram à frente da pasta. O ex-secretário criticou a prática de "pedaladas" financeiras, que, segundo ele, foram utilizadas pela equipe anterior para mascarar a real situação fiscal do município.
As declarações de Galiciani geram um alerta sobre a necessidade de uma auditoria mais rigorosa nas contas da prefeitura e podem ter repercussões significativas na política local, especialmente em um ano eleitoral. A população e os órgãos de controle devem acompanhar de perto as investigações sobre esses rombos financeiros, que podem impactar diretamente a confiança na administração pública em Cuiabá.
Éder Galiciani denunciou um rombo de R$ 1,2 bilhão na gestão de Emanuel Pinheiro.
As declarações de Galiciani levantam questões sobre a transparência e a responsabilidade fiscal da administração municipal.
Números da matéria
Pontos-chave
- Éder Galiciani, ex-secretário de Planejamento, denunciou um rombo de R$ 1,2 bilhão na gestão de Emanuel Pinheiro.
- Galiciani afirmou que a Secretaria de Planejamento desconhecia dívidas acumuladas, incluindo R$ 600 milhões na Saúde.
Frases-chave
"A Secretaria de Planejamento desconhecia a existência das dívidas acumuladas, incluindo R$ 600 milhões na Saúde."
"A gestão cometia pedaladas financeiras."
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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