Ex-secretário de Educação de Cuiabá, Amauri Monge, critica gestão de Marcelo Bussiki
Marcelo Bussiki, secretário de Economia de Cuiabá, rebate críticas sobre pagamento de R$ 21 milhões.

Marcelo Bussiki pagou R$ 21 milhões por contrato de livros didáticos sem utilidade.
O secretário de Economia de Cuiabá, Marcelo Bussiki, está no centro de uma controvérsia após o ex-secretário de Educação, Amauri Monge, afirmar que a Pasta enfrentava um colapso. Monge criticou a gestão de Bussiki, alegando que o contrato de R$ 75 milhões para a aquisição de livros didáticos não tinha serventia. Em resposta, Bussiki confirmou que R$ 21 milhões já foram pagos, defendendo a validade do contrato e a necessidade dos materiais para a educação. A situação levanta questões sobre a gestão financeira da Secretaria de Educação e a responsabilidade na execução de contratos públicos. A troca de acusações entre os ex-secretários evidencia a tensão política em Cuiabá, especialmente em um momento em que a administração pública enfrenta desafios significativos.
Marcelo Bussiki, secretário de Economia de Cuiabá, defendeu sua gestão após críticas do ex-secretário de Educação, Amauri Monge.
A troca de acusações entre os ex-secretários revela tensões políticas e questões sobre a gestão financeira na educação.
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Pontos-chave
- Marcelo Bussiki, secretário de Economia de Cuiabá, rebateu críticas de Amauri Monge sobre a gestão da Educação.
- Amauri Monge, ex-secretário de Educação de Cuiabá, afirmou que a Pasta estava em colapso.
- Um contrato de R$ 75 milhões foi assinado para livros didáticos, dos quais R$ 21 milhões já foram pagos.
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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